"Em sintonia com o cosmo, vivo com os pés no chão, salvo no mundo submarino, no aconchego da água, quase meu lar. Lá e cá pisciano... Filho da mãe natureza por obra de pai e mãe amo demais os três, dois já integrados no colo que os recebeu. Irmãos... o mar, as montanhas lagos e rios, nuvens e chuvas. Meus primos... as plantas, os peixes os répteis, as aves, bactérias e vírus, dos quais quero sempre saber, no jornal, na revista, no livro, na TV, internet em qualquer lugar. Uma espécie é a minha preferida. Homo sapiens sapiens, donde busquei uma fêmea legal, que me completa, porque de amor repleta, e na sabedoria do dom, para legarmos ao mundo, um duo simples de continuidade, pois amor com amor se paga."
Um livro de recordes (capa) e antologias nas quais compartilho prazerosamente com diversos autores.
Capa do Livro da Federação Fluminense de Caça Submarina Capa:Dácio Jaegger
Poesia: Mulher Verdade Design da Capa-Dácio Jaegger Gass Editora
Contos:Jacaré Também É Gente? e No Fundo do Poço Editora EdUFF> Casos e causos Médicos
Conto: O Saci e Hóstia Design da Capa e Título: Dácio Jaegger Editora Guemanisse
Crônicas e Trovas Crônica: Mel de Abelhas Design da Capa e Apresentação: Dácio Jaegger Editora Guemanisse
Contos e poesias Conto: Debaixo do assoalho Capa: Dácio Jaegger Editora Guemanisse
Letras mínimas Conto: Desvio de conduta e Aloha Capa: Dácio Jaegger Editora Guemanisse
Agradeço de coração aos amigos que sentiram minha ausênciaem seus blogs e vieram me visitar. Alertando buscaram tirar-me de uma aparente letargia.
Um somatório de situações de várias cores tomou otempo de tal forma que sempre que pensava chegar até aqui ou mais além, já estava vencido pelo cansaço. Restavadormir para recomeçar no outro dia. Obrigado pelos toc-tocs e palavras de carinho. Beijos e abraços.
Há seres humanos que não são como outros bichos, são piores.
Terrível!
Há uma fila de pessoas, cada qual em sua casa ou em um hospital a espera de um órgão, seja um fígado, pulmões, um rim que possa ser colocado em seu corpo para substituir seu congênere doente que está em fase terminal.
Toda uma população sadia não lhe serve para tal, salvo o fato de representantesfazerem parte de vasta equipe desde motorista, eletricista, gari, segurança, enfermeiro, médico clínico e cirurgião que àqueles poderá ter a grande influênciade aumentar-lhes o período de vida com um transplante de órgão.
Para isto, ironia de destino, é necessário que alguém cheio de vida, vendendo saúde, preferencialmente jovem seja vitimado por acidente de carro. Que morra rápido ou sobreviva por algumas horas para que no mínimo suas córneas e ou um dos órgãos vitais lhe sejam removidos e com o consentimento da família sejam doados a uma organização governamental que aproveitará de bom grado para os primeiros das filas de cada órgão se houver compatibilidade entre si.
Mal ou bem a fila andava trôpega, porque a tal necessidade de compatibilidade deixava algum paciente receptando a ver navios que acabava sendo alcançado pela morte que não havia matado um alguém ideal. Imagine-se a dureza de lamentar-se porque morrem poucos; triste o pensamento que clama pela desgraça de um desconhecido, que Deus o perdoe por pensar assim, mas ele sabe o que faz.
Pior, descobrir-se que em apenas um mês, de uma lei apelidada de Seca, a situação dos doentes piorou sensivelmente. A lei, segundo Carlos Varaldo,presidente do Grupo de Otimismo de Apoio a Portadores de Hepatite B e Cocasionou uma queda de captação de órgãos de 50%. Disse ele textualmente no O Globo: “Não sou contra a lei, muito pelo contrário. Mas é fatoque houve queda no número de acidentes e isso diminui a chance de captação de órgãos.” Comenta sobre a Operação Fura Fila da Polícia Federal que prendeu uma quadrilha de médicos (mérdicos) do Rio que vendiam órgãos por centenas de milhares de reais: “Com estas notícias as doações serão mais difíceis ainda e agora não mais haverá uma lista de espera e sim uma lista de morte.”
O governo brasileiro rejubila-se pela salvação de milhares de vidas fruto da Lei Seca. Pais que esperavam um caso fatal em seus filhos, pós noitadas, agradecem a boa hora da implantação e fiscalização rigorosa da lei.
Houve um caso de um paciente de 69 anos que por seis vezes foi chamadoao Hospital do Fundão para receber um fígado. Não acontecia, com desculpas pouco convincentes para a família. Uma das vezes a mãe dodoador voltouatrás dizendo que seu filho iria ser ressuscitado por Jesus. Na sexta vez foi internado e perdeu o transplante para uma mulher de 54 anos internada no hospital particular, Clínica São Vicente, por força de uma liminar. O paciente de 69 anos morreu meses depois.
Há que se revogar a lei que salva vidas dos antes imprudentes e negligentes, que está prejudicando salvamento das alheias das filas? Seria a pretensão do Varaldo?. Imagine-se o balanço geral dentro de seis meses.
Um país que vai desaparecer sob nossas barbas e batons
Há uns vinte anos li sobre uma ilha no Pacífico que explorava uma gigantesca jazida de fosfato (indispensável como fertilizante nas culturas vegetais intensivas). Ela esgotaria e os habitantes em número de 75.000 ficariam sem seu principal insumo de exportação. Apesar da cultura de coco produzir a copra e da pesca tirarem seu sustento básico, sabia-se que no futuro mediato todos teriam que sair de lá. Era notícia de jornal e ficou na minha memória. O país Kiribati é um arquipélago de ilhas coralíneas em número de 33 atóisbem no meio do Pacífico, entre o Havaí e Fiji. É a maior nação-atol do mundo. Dividindo as ilhas existe atualmente uma linha imaginária geodésica, a Linha Internacional da Data que a tornou a república mais oriental do mundo de forma que enquanto na ilha Baikiri a capital é manhã de domingo, no mesmo instante é sábado em uma ilha há alguns quilômetros a leste. Sexta-feira, 06 de junholi no O Globo que o presidente do país Anote Tong pede ajuda internacional para evacuar oarquipélago. Surpreendeu o mundo porque em março deste ano anunciara durante 8ª Conferência da ONU sobre Biodiversidade, em Curitiba, a criação do terceiro maior parque marinho do mundo onde há mais de 120 espécies de corais e 520 de peixes em 184,7 mil quilômetros quadrados. O Aquário da Nova Inglaterra (EUA) e a ONG Conservação Internacional ajudam a criar a reserva. Elas vão colaborar com um fundo que administrará o parque indenizando o governo pela diminuição da arrecadação resultante da menor concessão de licenças de pesca, que receita fiscal. Não há jazida de fostato, eis que esgotada, Seus estoque subterrâneos de água doce vem ficando salgada pelos avanços do mar e os coqueiros morrendo pela salinização junto às raízes. Há três anos praticamente não chove. Comunidades costeiras recuaram para zonas altas que não chegam a dois metros de altura. Pontos mais altos são choupanas,casas e os coqueiros. Disse o Presidente: “-Talvez estejamos além do ponto de salvação. Estamos num momento em que talvez não seja mais possível voltar atrás, em que as emissões na atmosfera continuarão contribuindo para as mudanças climáticas, causando alterações no nível do mar que levarão nossas ilhas a sumir. Peço à Onu que providencie a emigração imediatamente: Não queremos acreditar nisso. Nos dá uma profunda sensação de frustração, mas o que fazer? A cada maré cheia temos relatos de erosões dos corais e perde-se areia retida. Sabemos que isto não ocorria no passado e as cidades costeiras que existiam há um século tem ser realocadas mais para o centro e a cerca de 1.80mt., e isto está acontecendo agora, é muito urgente.” Fico a imaginar que uma simples ressaca com ondas de 3 mt. de altura ou uma tsunami,limpará as ilhasmatando os habitantes aos trambolhões, afogando no mar os que salvarem. A ilha, colônia britânica, na segunda guerra mundial foi invadida por soldados japoneses que massacram a população indefesa e que alguns meses depois foram mortos e aprisionados em três dias por tropas americanasAnos depois os americanos ameaçaram usar alguns atóis mais distantes para depositar lixo nuclear radioativo afastando turistas. Em1996 foi preciso que o presidente da época implorasse a cessação dos planos. O Arco deFogo de Vulcõesdo Pacíficoanda em grande atividade e uma surpresa desagradabilíssimapode acontecer. Com a palavra os poderosos do planeta.
Para a blogagem coletiva proposta pelo Nando Damázio e Nana
Fumei dos 25 aos 31anos, jamais atingi 15 cigarros ao dia, o Hollywood; quando ansioso o normal mediava 10. Era um luxo só, elegante, fino trato, altamente recomendado nas altas rodas. Nas médias e nas baixas também era um must. Um companheiro para osmomentos difíceis. Capaz de permitir abstrações.
Um dia arpoei uma tartaruga marinha, tempo em que ninguém cogitava de meio ambiente, ecologia e etc. Como fazia com outros habitantes do mar foi levada para a casa da namorada junto com peixes e lagostas daquele dia. Ao abri-la para retirar as carnes, resolvi examinar detidamente os pulmões. Rosados, limpos sem qualquer mancha espúria. Lembrei-me de pulmões de cadáveres do Instituto Anatômico, cuja origem em geral era de mendigos – de pulmões enegrecidos pelo fumo e pela poeira e gases tóxicos das ruas e avenidas - que me causaram espécie quando os estudei. Tartaruga e ser humano, um do mar, de ar mais límpido e outro da terra já bem poluído pela industria vicejante...
Continuava a fumar. Certo dia lendo uma revista de Clínica Médica deparei-me com um estudo estatístico sobre câncer de pulmão, num período de 15 anos nos Estados Unidos. Mostrava ligeira diminuição da doença em homens, algo como oito por cento, emfunção do combate que o governo havia iniciado, e o surgimento dela nas mulheres que em busca da independência econômica foram parar em grande quantidade no mercado de trabalho. No meio médico a queda entre os homens foi emtorno de trinta e cinco por cento, porque estes em contato com os doentes que morriam em suas mãos devorados pelo câncer de pulmão vendo com seus próprios olhosbotaram as barbas de molho, abandonando o vício, sem qualquer simpatia, promessa, acupuntura, substitutivo e outros engodos. E houve aumento drástico entre as mulheres médicas, que na sua maioria era ginecologista, obstetra, pediatra, dermatologista, em função do estresse emocional no envolvimento com os dramas de seus pacientes,que raramente eram acometidas pelo carcinoma pulmonar.
Lia e refletia – era estatística de pesquisas em vários estados do país, promovidapor várias universidades, sabia-se da seriedade delas. Foram alguns milhões de habitantes os objetos da pesquisa. Pensei ao acabar a leitura atenciosa: - em face desta demonstração a qual não tenho meios para contradizer, não sendo um idiota, tendo uma cultura especializada no ramo da saúde, em face do conhecimento reportado, se sou inteligente é o momento de entender que o“amigo” vai matar-me sem dó nem piedade, pau nele.
Firmei meu compromisso particular, parei de fumar de estalo. E quando surgiu no mesmo diao desejo de dar uns tragadas, simplesmente não tirei o maço de cigarro do bolso. Permaneci com ele sempre em bolso de camisa ao meu alcance, debaixo do nariz, tiravaum cigarro quando um filante pedia. Ficava em rodinhas com vários fumantes. Tomava cafezinho com eles ou sozinho. Nãome permiti discutir comigo a situação. Não havia dilema. Tinha parado de fumar e pronto. Jamais tive recaída. Resolvi aplicar o dinheiroque economizava, na compra de lotes de terrenos em loteamento de médio valor e ao longo de 35 anos consegui três. Mesmo comprados em tempo curto foram financiados pelo dinheiro de cada maço com seuingresso a longo prazo cuja contabilização continua até hoje. Ficam juntos de uma chácara de minha propriedade, e são sempre mostrados quando o assunto é o malfadado, nauseabundo e matador cigarro, e não utilizados comconstruções albergam muitas árvores e arbustos frutíferos seqüestrando carbono (para sua utilização), liberando oxigênio para todos nós. O mesmo acontece na chácara.
Venho fazendo minha parte, porque o oxigênio que se produz nos terrenos sobra para outros.
Adendo Vencer a abstinência Para quem deseja parar de fumar, há diversos tratamentos e centros de ajuda. Entretanto, o ingrediente principal da fórmula para se livrar do vício é a força de vontade - e desejo de viver, afinal para quem fuma, o tempo de vida é curto. Você já ouviu falar na crise de abstinência de quem pára de fumar - o conjunto de sensações desagradáveis provocadas pela ausência da nicotina no organismo. Isso dura dois meses ou mais - perceba o sofrimento que o indivíduo causa para si mesmo ao entrar para o "clube" dos fumantes. Passado esse tempo, a chance de largar o vício aumenta. Ao ficar sem fumar, o organismo já dá sinais de agradecimento: Nos primeiros 20 minutos, a pressão arterial volta ao normal e os batimentos cardíacos também. Após duas horas, a nicotina sai da circulação sanguínea e as veias e artérias voltam ao diâmetro normal. Dois dias sem tragar a fumaça do cigarro, acarretam a recuperação do paladar e do olfato - o fumante perde grande parte desses sentidos. Depois de uma semana, a capacidade respiratória aumenta bastante, cerca de 30%. Em um ano, diminui o risco de doenças cardíacas. O organismo se recupera por completo depois de 15 anos sem fumar.
*Mariana Aprile é estudante de biologia na Universidade Presbiteriana Mackenzie e bolsista do CnPq.
Índio Araribóia=áraíb(tempestade)+bóia (cobra), cobra tempestade ou cobra feroz, da tribo dos temininós que ajudou os portugueses a expulsar os franceses do Rio de Janeiro.
Niterói, águas escondidas em tupi reflete a visão dos indígenas que aqui habitavam e que tanto das praias e melhor ainda dos morros e montanhas que existem no perímetro da cidade viam a enseada, hoje com o nome de São Francisco, de recorte bem pronunciado escondendo as águas do OceanoAtlântico resguardando-as dos ventos fortes e das ondas bravas. A enseada é bem recortada com várias interrupções que propiciam a existência de várias praias, a maior e mais importante, a de Icaraí, topônimo também tupi cujo significado é de águas de remanso (I= água + cará=peixe + I=água -as águas do riacho faziam um remanso pelo aterramento da foz na ocasião de ondas fortes). Ao norte desta segue-se a praia das Flechas, que brinda o cidadão com o descortínio de micro ilhotas, uma mais afastada a dos Cardos e duas rasantes à areia, a Pedra do Índio e a Pedra da Itapuca,ita=pedra + puca=furada– esculpidas pelas ondas do mar e pelo vento – são lindas.No final desta praia temos um promontório de corte abrupto, uma pequena praia e uma ilha, quase uma península, todo o conjunto com o nome de BoaViagem, onde se juntavam os portugueses para assistirem à partida de navios, em geral para Portugal, acenando-lhes com lenços e toalhas.
Ainda para o norte vem a praia de Gragoatá, corruptela de gravatá, de carauá= folha de espinho + ta= duro, uma bromeliácea comuníssima nasencostas da época do descobrimento; a praia é limitada por um forte de defesa militar com o mesmo nome da praia.
Ao sul de Icaraí, seguindo-a outra praia recebeu o nome devido à palavra latina Charitas=caridade, inscrita na porta de um cemitério de uma ordem religiosa. Jurujuba, outra praia; decompondo: juru= pescoço, juba=amarelo- das barbas louras dos piratas franceses que de 1555 a 1564 se estabeleceram na região negociando com os nativos.
A cidade é rica em topônimos tupis em outras praias, lagoas, morros, bairros, ruas eprédios. Tem sua porção de litoral Atlântico com praias acolhedoras e bairros exclusivamente residenciais onde tem duas grandes lagoas de água salobra – recebem águas de riachos e de chuva, de alata incidência. Nelas se pesca tainhas, robalos carás, bagres e camarões. Neste litoral há três ilhas, Pai, Mãe e Menina, ótimas para a caça submarina e abrigo de várias espécies de gaivotas, seus dormitórios, porque passam o dia fora buscando alimentos nos manguezais da Baía da Guanabara, de Guá=baía+nã=semelhante+pará=mar, lugar semelhante ao mar, a grande água salgada que tem os municípios do Rio de Janeiro e Niterói confrontantes a partir da barra, e outros completando o entorno.. Voltando a falar em fortes, existe um muito famoso na entrada da barra que é a Fortaleza de Santa Cruz de vários episódios históricos um dos mais recentes ter servido de prisão a comunistas a partir da revolução de 1964; um no alto do morro, denominado São Luis além de uma casamata em caverna aberta na rocha, abrigo de munição, e na praia de mar aberto os Forte Rio Branco, e o Forte de Imbui, imbu,ymb=árvore, planta + U= água, planta que dá água. Y é rio, portanto Imbui é rio dos imbus. Estes fortes são abertos à visitação pública. A cidade tem além destas construções centenárias outras de ordem religiosa, Igreja São Lourenço dos Índios com arquitetura jesuítica do século XVII, possui um retábulo-mor,um vigoroso trabalho de talha em madeira da primeira fase dos retábulos jesuíticosconsiderada monumento da fundação de Niterói; Igreja de São Francisco Xavier, sua construção data do século XVII, arquitetura colonial, possui imagem esculpida em pedra-sabão, atribuída à Aleijadinho. Igreja São Sebastião de Itaipu construída no século XVII com arquitetura em estilo colonial , possui um retábulo-mor, de linhas neoclássicas, todo em talha de madeira;
Basílica de Nossa Senhora Auxiliadoracom arquitetura em estilo gótico e árabe, abriga o maior Órgão de Tubos da América Latina e o quinto maior do mundo. Da atualidade com um conjunto de prédios projetados pelo arquiteto Oscar Niemeyer a orla da cidade a partir do centro traçou-se o Caminho Niemeyera ser composto por 11 equipamentos urbanos: o Centro de Memória Roberto Silveira, cumprindo sua missão, a Fundação Oscar Niemeyer, o Museu Petrobras de Cinema, uma Catedral Batista, uma Catedral Católica, a nova Estação das Barcas no Centro, a Estação de Barcas de Charitas, funcionando, hidroviária que recebe catamarãs para transporte de passageiros até o centro do Rio,o Teatro Popular, uma Capela Flutuante dedicada a Nossa Senhora do Líbano, a Praça JK, entregue ao público e o Museu de Arte Contemporânea de Niterói, o MAC, no final daPraia de Boa Viagem, num promontório que exibe-se aos olhos extasiados do visitante. Seu formatolembra um discovoador com uma base pequena está levantado do solo como se estivesse chegando ou saindo para uma viagem cósmica.
A cidade é encantadora, simpática, amável, quase sem a violência comum nas metrópoles, tanto que recebeu o epíteto de cidade sorriso há muitos anos e mantida até hoje. Apesar de estar em área metropolitana, não assumiu tal condição, gostamos de seu modus provinciano. E eu nem nasci aqui. Seu povo é o mais acolhedor do Brasil.
Sites de turismo de onde tirei as fotos: http://www.nitvista.com/ que oferece centenas de cartões para serem utilizados livremente
Usar papel reciclado artesanalmente é gratificante, pois acha o ser humano que ajuda a naturezaa poupar algumaárvore por aí. É que ele pensa que ela ficará de pé nalguma floresta. Falsos ecólogos ou ambientalistas propagam isto e nós inocentes úteis embarcamos. Foi-se este tempo heróico. Hoje todo papel é fabricado a partir de florestas de eucaliptos e pinus plantadas para isto. Reciclar papel polui mais que fabricá-lo a partir da celulose das plantas. Gasta-se mais energia, água e insumos químicos.Enquanto isto uma floresta de eucalipto ou pinus fixa CO2 poluente livrando a nós e animais dele, que é porém, alimento essencial para a existência da planta. Ajudana remoção de um dos causadoresdo efeito estufa. E agora? Perde-se a diversidade animal da mata que não tem o que comer numa cultura homogênea por falta de folhas, frutas e raízes adequadas, principalmente em relação ao eucalipto alienígena cujo fruto é uma piorrinha seca sem polpa, quase do tamanho de um ervilha, com apenas sementes microscópicas; ganham as abelhas para fabricarem mel de excelente odor e sabor.
Papel para imprimir ou escrever, o bom é o branco sulfite, o resto é lero-lero para boi dormir.O reciclado pode ser tão branco quanto o original, então por que aquela cor palha ou pastel tão ecológica? Pura enganação.O reciclado é fabricado branco e na sua depuração recebe corante para parecer o que é. Os fabricantes intuíram que a cor parda seria emblemática. Ele se destina principalmente a embalagens (papelão - 80% - hipercorado), fins sanitários (18%- alvejado-branco inocência) e impressão (2% - a cor do engano). Ah, tá! Sanitário, sanitas, saúde – usá-lo atrás das pudendas partes, lugar de expulsão de porção de nossa poluição interna, com fins nobres. Limpa o que fica grudadinho, ali pela mucosa, uma vez que a maior porção desce direto a céu aberto para rua ou para beirada de estrada; de um barco ou por encanamento alcança rios e lagos, mares e oceanos – aos peixes, é! Peixes comem fezes! Também se agasalha com produtos químicos nos banheiros ditos. Apesar de tudoo reciclado pode ser usado em novos processos, 8/10 vezes até que a celulose não agüente mais. As fibras celulósicas vão diminuindo no comprimento até não conseguir-se que façam a trama inicial.
O papel reciclado virou moda no Brasil, idéia macaqueada da Europa e EE UU. Muitas empresas e instituições enxergaram no seu uso uma forma de se penitenciar junto a um certo público. Seus lucros exorbitantes se dirigem a este uso porque seu cliente desinformado acha que elas fazem um uso decente, ele lê folders bem preparados- elas obtém acumpliciamento de jornais e revistas (que não usam papel reciclado). Bancos estão adorando, se acham fazendo boas ações sócio-ambientais. O papel é de má qualidade– as aparas, que são o insumo tem dezenas de más procedências, a ponto de fabricantes de impressoras ou proprietários de gráficas desaconselharem seu uso.
Pelo que se sabe, este problema não é exclusivo do Brasil. A virose reciclante é doença vivenciada em muitas nações. Há tempos, cinco empresas fabricantes de papel, entre elas a Nippon, admitiram fraude na fabricaçãodo reciclado. Elas admitiram que mentiram quando diziam usar mais material reciclado do que a realidade. Resultado, grandes clientes estão desistindo do uso deles. O presidente da Nippon (japonesa) pediu o chapéu, deram-lhe a demissão. Toda fraude e ou mentira de consumo afeta nossa saúde, faz nascer crianças com alergias, provocam doenças e defeitos genéticos – há sempre um gigante por trás. Fabricam lucros fabulosos sem dó nem piedade sobre o que somos, números e moedas.
O que vc acha disto, continuará a usar o papel reciclado?
***Por incrível que pareça, contra-cheques que recebia do Governo Federal em papel reciclado (caro), hoje dia 9 de maio chegaram no mais ecológico papel branco. São emitidos mensalmente cerca de 1.500.000.
E vc pensa que não pode haver amor entre estes nossos ancestrais?
Tristeza ter que violar a consciência, principalmente
duas, agora três para a partir de uma realidade confessada intra-muros,
montar-se uma farsa que negue as evidências que vão sendo mostradas
cientificamente. Sina de advogado criminal.
Em São Paulo, cidade dotada de uma
polícia civil, que está mostrando uma capacidade científica digna de ser
mostrada em TV a cabo – e quando algum grupo pensar no alcance disto – só poderá
contar mesmo com produções paulistas - bom para a cidade, invejável para os
outros estados da federação. Daqui a alguns anos criminosos hediondos, como os
que vitimaram a pequena Isabella, não ficarão escondidos, poderão até continuar
impunes. Mesmo que contem com defensores que arranjam álibis ou desculpas ou
falsas evidências, tais como entonações de voz, teatralizadas até sem convicção
– a voz em falsete vem de um cérebro horrorizado que tenta enganar a outros.
Pára... Pára... Pára... pai... pai!!! teria dito a criança, pedindo agônica que
o pai viesse socorrê-la, que parasse uma ação nefasta por acompanhante
circunstante, por Pára... Pai... onde “pede socorro ao pai
ausente”, pela agressão que está sofrendo. Disse um dos defensores que se
tratava de uma terceira pessoa – que não é explicada se homem ou mulher, estranho a todos. Vizinhos ouviram
demais?
A
polícia não encontra evidências da presença de terceiros. Não há sinais de
arrombamento nas portas do apartamento. Mas encontra sangue da menina no
corredor, no quarto, na bermuda do pai, restos dos fios da tela cortada na
camisa que vestia (imagine-se a identificação microscópica destes restos em meio
às fibras do vestuário). Parte de uma pegada de tênis carimba um lençol que
cobre uma das camas junto da janela. Serviu de apoio para se alcançar a tela cortada à faca (esta levaria o
autor do buraco a ficar mais próximo da tela) ou tesoura. Se a criança fosse
atirada de ponta-cabeça, como se
diz em SP, teria havido fratura de crâniocom eliminação de porções cerebrais e fraturas cervicais. Daí a conclusão
de ter sido jogada segura pelos braços. Se caísse em pé faria fratura de base
crânio. Como sangrava minimamente por ferida na testa, devido à pressão baixa,
em estado de choque pela fibrilação cardíaca, pouco manchou seus agressores, que se
ajudaram mutuamente no ato de um segurar as pernas e o outro pelos ombros e
braços para passar o corpo pelo buraco. Por que o assassinato com a queda? Por
que o agressor inicial, perdeu as estribeiras e asfixiou a criança no carro. Com
ela desmaiada(?!) achou-se que morrera. O amor aloucado entra em ação.
Supostamente morta a menina, há que se proteger o causador
(involuntário na cabeça do ajudante atônito). O crime tem cadáver, como
escondê-lo? –Ela morreu! E agora? Só tem um jeito, vamos fingir que alguém a
jogou pela janela como vingança contra um de nós. Vai dar tudo certo...(Não
dará).
Acha que não deve seu parceiro assumir o assassinato (?)
por asfixia. Os cérebros maus, um deles disparatadamente agressivo por
constância, unem-se na urgência do desvario para se tirar o corpo fora da tragédia (sem
trocadilho).